Jovem senhora de 87 anos, super experiente com várias horas livres à noite e madrugada, de dia não, que tem que cortar cana, oferece-se como "velhinha de programa". Charmosa, com lindos olhos castanhos (cobertos com cataratas), atlética (sou torcedora), corpo malhado (pelo vitiligo), um metro e noventa (sendo um metro de altura e noventa de largura). Atendo em asilos, residências, elevadores panorâmicos, etc. Só não atendo em "drive-in" por causa das dores na coluna.
Salve o Corinthians O campeão dos campeões Eternamente , Dentro dos nossos corações Salve o Corinthians De tradições e glórias mil Tu és orgulho Dos desportistas do Brasil Teu passado é uma bandeira Teu presente, uma lição Figuras dentre os primeiros Do nosso esporte bretão Corinthians grande, Sempre altaneiro És do Brasil O clube mais brasileiro
Audiovisual:
O Homem Que Virou Suco
Culinária:
Comida, bastante comida....
Esportes:
Alegro festa de Bodas de Ouro, convenções e excursões da terceira idade. Como fetiche, posso usar touca de lã, pantufas e cachecóis coloridos. Também meço pressão, aplico injeções e troco fraldas geriátricas.....Tudo com o maior charme. Outra vantagem: Já tenho "Parkinson" o que ajuda muito nas preliminares. Total discrição, pois o "Alzhaimer" me faz esquecer tudo que fiz na noite anterior.
Passei tanto tempo te procurando não sabia onde estavas, olhava o infinito não te via. E pensava comigo mesmo será que você existe? Não me contentava, na busca e prosseguia. Tentava te encontrar nas religiões e nos templos. Você também não estava te busquei através dos sacerdotes e pastores, também não te encontrei. Senti-me só, vazia, desesperada e descrente. E na descrença, te ofendi, na ofensa tropecei, e no tropeço caí, e na queda senti-me fraca. Fraca procurei socorro. No socorro encontrei amigos. Nos amigos encontrei carinho. No carinho eu vi nascer o amor. Com o amor eu vi crescer um mundo novo. E no mundo novo resolvi viver. E o que recebi resolvi doar. Doando alguma coisa muito recebi. E em recebendo senti-me feliz. E ao ser feliz encontrei a paz. E tendo a paz foi que enxerguei. Que dentro de mim é que você estava. E sem procurar-te. Foi que te encontrei. DEUS,....está dentro de nós,....devemos achar o mesmo,.. pra vivemos melhor com nós mesmos e com os nossos semelhantes.... De alguém q te ama...mesmo sem conhece-lo(a)...em corpo.. mas de amando em Alma.....-=|C@LCINH@ DE REND@=-
Viver…é chegar onde tudo começa! Amar… é ir onde nada termina! Viva…como se fosse cedo! Reflita…como se fosse tarde! Sinta o que você diz… com carinho! Diz o que você pensa… com esperança! Pense no que você faz…com fé! Faça o que você deve fazer… Sempre com muito Amor!!
Lendo uma entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, considerado o fundador da ioga no Brasil, ouvi uma palavra inventada por ele que me pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Quem não se "normaliza" acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: Quem espera o que de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas? Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença" a través de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo. A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar? Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fr aude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais. Eu não sou filiada, seguidora, fiel, ou discípula de nenhuma religião ou crença, mas simpatizo cada vez mais com quem nos ajuda a remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.
É a possibilidade que me faz continuar e não a certeza. Uma espécie de aposta da minha parte. E embora me possam chamar sonhadora, louca ou qualquer outra coisa, acredito que com Deus tudo é possível...